Nascido em 15 de agosto de 1195 na cidade de Lisboa, Portugal, foi batizado com o nome de Fernando de Bulhões. Nascido na Corte Real abandonou as honras do mundo para ingressar na Ordem dos Franciscanos no ano de 1221. A ele são atribuídos muitos milagres ainda em vida, incluindo bilocações, premeditações e curas.
Exímio pregador, sua língua encontra-se até hoje incorrupta na Basílica de Pádua, cidade em que morreu de exaustão no dia 13 de junho de 1231, sendo canonizado um ano depois pelo Papa Gregório IX. Recebeu o título de Doutor da Igreja no ano de 1946, pelo papa Pio XII. É comemorado no dia 13 de junho.
É invocado como “santo casamenteiro”, pois segundo a sua biografia, uma moça não dispunha do dote para casar-se e, confiante, recorreu a Santo Antônio. Das mãos da imagem do Santo teria caído um papel com um recado a um prestamista (pessoa que empresta dinheiro a juros) da cidade, pedindo-lhe que entregasse à moça as moedas de prata correspondentes ao peso do papel.
O prestamista obedeceu e pôs o papel num dos pratos da balança, colocando no outros as moedas. Os pratos só se equilibraram quando havia moedas suficientes para pagar o dote. Também é invocado para ajudar no achado de objetos perdidos.
Fonte: https://diocesedesaojoaodelrei.com.br/santo-antonio-sao-joao-e-sao-pedro-os-santos-juninos/
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